Cobramos; a conta recupera-se e decido ir celebrar com Isabel que não estou a zero. Um par de fermosos bois chamam-me com insistência. Levo um e miro com desejo para uma langosta. Isabel diz que devo matar o animal com vinagre e cozer em auga fervendo, para que não perda as patas; eu escutara que devia ser em vivo e em auga fria. Sigo com a dúvida, ainda que o boi estava estupendo.
Sego sem pode adicar o tempo que gostaria à cozinha. A minha irmã seica tem algo de ração e estou um pouco preguiceiro ultimamente, mas um obradoiro de queijos tem-me ocupado com continuas idas e voltas de Corcubión à Corunha.
Foi uma fim de semana de pouco trabalho na cozinha, pêro muito no jardim, limpando de malas ervas, podando o pessegueiro e sementando amorodos para desfrutar deles no verão.
Após vários dias a base de cozido e as suas possibilidades clássicas, utilizo algum resto e um caldo limpo para fazer uma minestrone e botar abaixo a ditadura do grelo.
Quando fazemos cozido não podemos ser tacanhos com a carne, as grandes potas vermelhas pedem peças e mais peças do porco, do rabo ao foucinho. Acabei com tanta carne que decidi fazer uma terrina que ficou em cabeça de jabalí. José Luis recomendou um Wrongo Dongo 2007 para acompanhar este prato.
Esta fim de semana não gravei vídeo com receitas porque após 10 dias por ai adiante, aterrei em Corcubión com muito trabalho e a cozinha feita um desastre. Tampouco ajudou que tirara mais do devido da tarjeta, e agora tenho que comer barato até fim de mês. A solução, um cozido, pêro vou tentar algo para sair do círculo sopa, cozido, roupa velha, sopa, cozido, roupa velha…
Estos últimos días estuve en Granada y apenas tuve ocasión de cocinar. Por suerte, Chloe, una chica de la Francia de ultramar, se ofreció a hacernos algo típico de la Isla de la Reunión. Ante la imposibilidad de conseguir cebú, decidimos hacer “carri camaron”, tan francés como la cassoulet.